Loja Maçônica José Bonifácio

Detentora da Cruz de Perfeição Maçônica

Palestra de 124 anos (2019)

“124 ANOS ESPARGINDO LUZ E PROMOVENDO A FRATERNIDADE”

“A história não contada em seu Centenário”.

Irmão Maridalto Barbosa - Benemérito da Ordem

A Loja Capitular José Bonifácio, (abrangia os Graus 04 ao 30, onde não havia a separação do G.’.O.’.B.’. e o Supremo Conselho), foi fundada em 23 de novembro de 1895, seu primeiro Venerável o Ir.’. Idelfonso Leite Falcão Dias – 1895 – 1899 e seu segundo Venerável o Irmão Claudino Dias – 1899 – 1900 e 1917 - 1921. Falar sobre Claudino Dias, um dos maiores espirita do seu tempo, que deixou obras esplêndidas como: Grêmio Espirita, Asilo Santo Agostinho e Hospital da Cruz Vermelha.

Importante observação se registra no fato da inauguração da Loja Maçônica José Bonifácio em Mendes (Distrito de Barra do Piraí), que ela é oriunda da Loja FÉ, AMOR E LIBERDADE, que hoje tem como Venerável Mestre, nosso irmão CLAUDINALDO JOSÉ DA SILVA, que no ano de 1891, foi fundada pelo Padre Almeida Martins que realizou sua primeira Sessão em 02 de março de 1891, na Capela de São Benedito, na Praça Nilo Peçanha, onde encontra-se construído o Hotel São Benedito, hoje Hana Palace Hotel. O Padre Almeida Martins, foi o fiel ideário da instalação da primeira Loja Maçônica em Barra do Piraí, que teve como madrinha a Loja ESTRELA DO ORIENTE DE VASSOURAS, QUE REALIZOU A Sessão Magna de Sagração da primeira Oficina de Obreiros dos Filhos da Viúva num Templo Cristão, que na época, em Barra do Piraí, a situação era muito intensa em questão religiosa com as duas (SantAnna e São Benedito) paróquias disputando maior poder de dominação.

Nosso Ir.’. Padre Almeida Martins, sofreu muita pressão, não só por parte dos paroquianos que discordavam de ser a loja Maçônica abrigada pelo seu pároco e também pelas autoridades eclesiásticas que receberam as denúncias.

O Bispo da época era Dom José Pereira da Silva Barros que recebeu denúncia do uso do templo para Sessões Maçônicas. Na senda da noite naquele ínterim, Irmãos zelosos para com a causa Maçônica retiram todos os paramentos maçônicos para a casa do Ir.’., José Leandro Carota,(parentesco do nosso irmão Secretário Carotta) no bairro do Santo Cristo. Este irmão era Chefe da imigração italiana e residia à Rua Barbosa, nº 40. Como a pressão prosseguia, a solução encontrada foi transferir aquela Augusta e Respeitável Loja Capitular FÉ, AMOR e LIBERDADE para um ponto afastado de Mendes (onde se encontra hoje instalado a Loja Popular, à rua Adalberto Paiva, nº 114 Mendes – RJ do Ilustre irmão Adalberto Luiz da Silva).

Em 1895, ressurgia com o nome de JOSÉ BONIFÁCIO, quando retornaria definitivamente à Barra do Piraí em 1901(registros nas atas nºs 228, 229 e 230). Aos 18 dias de janeiro de 1902, reunidos em número legal, os Obreiros da Augusta Loja Maçônica José Bonifácio, sob os auspícios do G.’.O.’.B.’., celebrou aquela Oficina num prédio onde está instalado a Drogaria Pacheco, pagando um aluguel de 45:000 (quarenta e cinco réis).

Foi realizada a Sessão extraordinária para inauguração de seu Templo e, após proceder a Iniciação de seis profanos e duas Filiações, foram os Trabalhos presididos pelo Venerável Mestre Ir.’. Nicolau Maria Milani (1900 – 1902).

A construção do prédio da Loja José Bonifácio, tem em seu histórico algo de interessante. Quando em 28 de julho de 1914 explodiu a Conflagração Europeia (primeira Guerra Mundial, também conhecida como a Grande Guerra ou Guerra das Guerras, e esta, durou até 11 de novembro de 1918), os seus reflexos foram sentidos em todos os continentes, notadamente no Continente Sul Americano e mais acentualmente em nosso país, onde a crise econômica financeira como nunca se vira até então. E, se por efeito daquela crise, ou de outra causa que ignoramos, o certo é que, logo no ano seguinte, a Maçonaria Brasileira entrou num período de impetuosa decadência, de vertiginoso declínio. Dezenas de Lojas abateram colunas (ou seja fecharam),, tanto no Poder Central como no interior, centenas de outras tiveram seus quadros sensivelmente desfalecidos, contando-se entre elas a Loja José Bonifácio (peço as escusas quando da minha preleção nos 123 anos, havia dito que essa Loja nunca havia interrompidos suas atividades), que esteve resvalando no cairel do abismo e, se nele não se precipitou, foi por ter sido amparada e salva, ainda em tempo, pelas mãos hercúleas dos IIr.’. Claudino Dias, Luiz Daniel Baronto e Manoel Costa. No ano de 1915, a Loja ocupava um prédio dos tempos coloniais que, anos depois, seria demolido para a construção do Cine Teatro Esperança (antigo Banco BANERJ - que o irmão 1º Vig.’. e Benemérito da Ordem, Luiz Alberto de Paiva, fora funcionário e hoje está instalada a Drogaria Pacheco), alguns meses as receitas não alcançava ¾ e às vezes, nem 2/3 da importância de quarenta e cinco réis. Estando a Loja em uma situação insustentável, foi convocada uma Sessão Especial que deveria ser a última, para nela tratar dos funerais da Loja, isto é, da sua dissolução, da queda das Colunas e, nesta Sessão foi alvitrado que, antes de deferir o tiro de misericórdia, ou golpe decisivo, fosse feito um veemente apelo ao Grêmio Espírita Santo Agostinho, pedindo a cessão de um compartimento em seu edifício.

Suspenso o golpe e feito o apelo, dias depois, recebe-se resposta favorável, porém a título precário, onde ficamos instalados até o mês de setembro de 1918.

Uma vez instalado no prédio do Grêmio Espírita, que o Ir.’. Coronel Claudino Dias que era também presidente daquela respeitável Instituição, auxiliado por abnegados IIr.’., moveu uma campanha de tenaz propaganda, não só harmonizando elementos que estavam afastados, mas também, conquistando novos elementos e assim, a Loja na medida que ia reforçando as CCol.’. ia também restaurando o seu cofre.

Mas nos fins do ano de 1916, a Loja José Bonifácio resolveu adquirir um lote de terra a fim de nele construir o seu prédio-sede, visto não poder permanecer indefinidamente como parasita do Grêmio Espírita e por não convir voltar a pagar aluguel.

O terreno fora adquirido de seu proprietário, o Capitão Firmino Campos, pelo valor de seiscentos mil réis, e em 16 de fevereiro de 1918, foi lançada a pedra fundamental da construção do seu edifício-sede.

Beneficência entre Lojas em 23/09/1918, à Loja Independência e Luz nº 301 do Oriente de Barra Mansa fez a doação à Loja José Bonifácio a quantia de 10$000 (dez mil contos de réis). Hoje na sua juventude de seus 144 anos, sendo representada pelo seu Venerável Mestre Ir.’. Rubem Giranda, nossos eternos agradecimento!

É importante dizer a forma encontrada para vencer o desafio da obra com a aprovação da Loja, foram impressos, com a devida autorização do G.’.O.’.B.’., mil (1.000) títulos nominativos no valor de 20$00 (vinte réis) cada um porque assim cada pessoa poderia adquirir tantos títulos quanto permitisse sua situação e boa vontade e, de conformidade com cláusulas exaradas no verso do título, e esse empréstimo, começaria a ser resgatado, por sorteios mensais acrescido de juros de 7% (sete por cento) dois anos após o seu lançamento, isto é, a partir de julho de 1919. O empréstimo, por esta forma, foi bem aceito pois alguns meses a tesouraria informava já haver numerário para dar início à construção.

À vista daquela bela informação a Loja nomeou três comissões de três membros cada uma para levar a efeito a concretização da ideia. As Comissões deveriam trabalhar de comum acordo para o mesmo fim, porém cada uma em setor diferente.

A primeira – constituída pelos IIr.’. Concesso Sampaio Torres, José Antônio Guida e Ernesto de Moraes Pena – para adquirir o numerário, não só colocando títulos como também por outro qualquer modo que julgasse praticável.

A segunda – constituída pelos IIr.’. Carlos Gonçalves Araújo, Henrique Lima Junior e Miguel Ginefra – para a compra de materiais de construção, dando sempre preferencia a forma mais vantajosa.

A terceira – constituída pelos IIr.’. Eduardo Franco Medeiros, Júlio Taveira Martins e José Alves Salgueiro (este último era construtor profissional) para administrar os serviços.

Em 12 de setembro de 1918, a Loja José Bonifácio receberia Secretaria do GOB da Ordem do Rio de Janeiro, uma prancha destinada ao então secretário Ir.’. Henrique Olímpio de Lima Junior com o seguinte texto: “Levo ao vosso conhecimento que a Soberana Assembleia Geral do G.’.O.’.B.’., em Sessão realizada em 29 de agosto último, resolveu conceder a essa Ben.’. Oficina a necessária autorização para construir um prédio que lhe sirva de Templo. Para tal fim, essa Ben.’. Oficina, a título de empréstimo poderá emitir ações garantidas pelo terreno já adquirido e prédio para edificar”. Este documento foi assinado pelo Grande Secretário da Ordem.

É também importantíssimo que se registre que a maioria das ações adquiridas pelos IIr.’. da Loja e mesmo pelos profanos foram posteriormente doadas à Loja, com as devidas declarações no seu verso.

Após vencidos todos os obstáculos, no decorrer da construção da Obra em fevereiro de 1919, com uma belíssima Sessão Magna de Sagração do nosso Templo é sem dúvida, um dos prédios mais belos pela sua imponência arquitetônica que Barra do Piraí possui e que atrai a atenção de todos aqueles que passam pela Rua Morais Barbosa nº 100.

O prédio foi construído no nível da rua, porém afastado alguns metros de seu alinhamento tendo um pequeno jardim na frente. Mais tarde, a prefeitura elevou a um metro mais ou menos o nível da rua o que deu causa a ficar o Prédio do Templo a oitenta centímetro abaixo do nível.

Quando em 1943, sendo Ven.’. Dr. Ary Fontineli (Desembargador- ano 1997), foi o Templo aumentado em mais ¾ de sua primitiva área.

Após a separação em 14 de maio de 1949 (após 70 anos), foi fundado o Sublime Capítulo Rosa Cruz Claudino Dias, abrangendo os Graus 4 ao 18 (cujo presidente, hoje é o nosso irmão José Reis Duque de Freitas, que abrange os Graus 15 ao 18). Considerando, assim, que apesar de o Capítulo Claudino Dias, ter sido fundado em 1949, suas atividades já vinham efetivamente exercido há muito antes dessa data, ou seja, 07/10/1896.

Em 1954, na administração do Ven.`, Mário Moacyr Salgueiro, foi o prédio anexo ao Templo radicalmente transformado, sendo aproveitado todo terreno ocupado pelo jardim, ficando no nível e alinhamento da rua.

Em verdade, é a sede da Loja José Bonifácio um momento erguido e aperfeiçoado por muitos queridos IIr.’. e amigos do passado que souberam, em tempos e horas difíceis, honrar e dignificar suas qualidades de homens sensíveis ao bem que ergueram com muito sacrifício e abnegação um Templo, cujas paredes estão impregnadas pelas vibrações positivas, de muita, de muita luta sã e desmedido amor à causa maçônica. Ergueram aqueles valorosos e queridos IIr.’. do passado um templo para se cultuar o AMOR AO PRÒXIMO, ao TRABALHO, à JUSTIÇA SOCIAL e HARMONIA entre os homens de boa vontade. Desde sua fundação em 1895, a Loja José Bonifácio até nossos dias, Já passou cento e sete administrações, todas elas voltadas para o alvo comum: “lutar pela sua preservação e o crescente progresso da arte real”.

É com muita satisfação, que se registra que a Loja José Bonifácio sempre se empenhou para sua Oficina fosse um celeiro forjador de novas mentalidades a serviço da Maçonaria. Que seus OObr.’. se orgulhassem e procurassem sempre serem dignos de pertencerem a uma Entidade cuja missão espalhar pelo mundo a PAZ e CONCORDIA entre os povos.

É com muito orgulho e satisfação que afirmamos que a história da nossa Loja está intimamente ligada à história de nossa Barra do Piraí. Das hostes maçônicas de Barra do Piraí, sempre saíram vultos que lutaram pelo seu crescente desenvolvimento, por início podemos citar exemplos: os IIr.’. Calvete, Carlos Araújo, Coronel Claudino Dias, Coronel Novaes e tantos outros homens de negócios políticos efluentes e, sobretudo, IIr.’. dedicados à Maçonaria e sempre à Ordem para representa-la junto aos poderes públicos.

Um outro exemplo de interesse e amor destemido à causa maçônica, foi dado pelo Ir.’. Ap.’. Major Eduardo de Oliveira que, observando as dificuldades para concluir as obras do Templo, ofereceu um empréstimo de cinco contos de réis, empréstimo esse que veio mais tarde a transformar-se em doação fraterna.

A pedra fundamental para construção de nosso Templo foi lançada em 16 de fevereiro de 1918 à Rua Dr. Morais Barbosa nº 100 e presidida a cerimônia pelo Ven.’. Ir.’. Antônio Joaquim de Novaes.

Estávamos, na época, instalados nas dependências do Grêmio Espírita por generosidade do Ir.’. Claudino Dias, que era o presidente daquela benemérita Instituição. A direção da obra coube ao Ir.’. José Alves salgueiro que a iniciou e prolongou pelo espaço de quatorze meses.

Ao falarmos da construção do nosso Templo, teremos forçosamente que citar os nomes de respeitabilíssimos IIr.’., tais como: Idelfonso Leite Falcão Dias, pela corajosa decisão abalizada pelos IIr.’. do quadro, de se transferir do Oriente de Mendes para Barra do Piraí, sem recursos financeiros, mas confiante na Providencia Divina e no amor e interesse dos IIr.’. Maçons. Outro gigante nesta construção foi, sem dúvida, o Ir.’. Carlos Araújo, proprietário da Firma Carlos Araújo & Cia que, mesmo quando não ia o numerário necessário para as compras, aquele saudoso ir.’. nunca deixou de atender aos pedidos de nossos Mestres de Construção. A construção do Templo quando finda, orçou em 36:634$000 (trinta e sies mil, seiscentos e trinta e quatro contos de réis), ficando uma dívida de 18$00:00 (dezoito mil contos de réis), a Firma Carlos Araújo & Cia.

Para honra e glória do G.’.A.’.D.’.U.’., no dia 8 de dezembro de 1919, era inaugurada a sede própria da Loja José Bonifácio, com uma linda festa com presenças ilustres autoridades maçônicas e civis que vieram prestigiar a Arte Real, com a construção de mais um Templo erguido para o culto do Amor ao próximo e da vivência da Paz e Harmonia entre os homens de boa vontade.

Quadro de Veneráveis

  • 1895 – 1899 Idelfonso Leite Falcão Dias
  • 1899 – 1900 Claudino Dias
  • 1900 – 1902 Nicolau Maria Milani
  • 1902 – 1903 Antônio Joaquim de Novaes
  • 1903 – 1904 Augusto Rufino frutuoso Gomes
  • 1905 – 1906 José de Paiva Magalhães Calvet
  • 1906 – 1913 Carlos Gonçalves de Araújo
  • 1913 – 1914 Miguel Ginefra
  • 1914 – 1916 Manoel Luiz da Costa
  • 1916 – 1917 Carlos Gonçalves de Araújo
  • 1917 – 1921 Claudino Dias
  • 1921 – 1922 Henrique Olympio Lima Jr.
  • 1922 – 1924 Octávio Valderaro Coimbra
  • 1924 – 1925 Henrique Olympio Lima Jr.
  • 1925 – 1926 Alfredo Silva
  • 1926 – 1927 José Nogueira da Silva
  • 1927 – 1929 Leon Camile Legay
  • 1929 – 1930 Francisco de Paula Moura
  • 1930 – 1931 Delfim Soares Nogueira
  • 1931 – 1935 Alfredo José Marinho
  • 1935 – 1936 Miguel Ginefra
  • 1936 – 1937 Luiz Daniel Baronto
  • 1937 – 1938 Ernesto França Freire
  • 1938 – 1939 Mário Rieth de Novaes
  • 1939 – 1940 Delfim Soares Nogueira
  • 1940 – 1941 Osório Moreira da Costa
  • 1941 – 1942 Lucrécio de Almeida
  • 1942 – 1945 Ary Pena Fontinele
  • 1945 – 1947 Rosemar Muniz Pimentel
  • 1947 – 1948 Orlando Ricieri
  • 1948 – 1956 Mário Moacyr Salgueiro
  • 1956 – 1958 Milton Gadelha e Mello
  • 1958 – 1960 Mário Moacyr Salgueiro
  • 1960 – 1961 Pedro Jacinto Pereira Filho
  • 1961 – 1962 Mário Moacyr Salgueiro
  • 1962 – 1963 Pedro Baylão
  • 1963 – 1964 Mário Moacyr Salgueiro
  • 1964 – 1966 Joaquim Francisco dos Santos
  • 1966 – 1967 Pedro Baylão
  • 1967 – 1969 Alberto Batista Campos
  • 1969 – 1971 Pedro Baylão
  • 1971 – 1973 Alfredo Vieira Paes Filho
  • 1973 – 1975 Joaquim Francisco dos Santos
  • 1975 – 1979 Jayme Guimarães Arruda
  • 1979 – 1981 José Vicente da Silva
  • 1981 – 1981 Pedro Baylão
  • 1981 – 1985 José Vicente da Silva
  • 1985 – 1987 Pedro Baylão
  • 1987 – 1989 José Vicente da Silva
  • 1989 – 1991 Mardocheu da Costa Pimentel
  • 1991 – 1993 Benice Cezar dos Prazeres
  • 1993 – 1995 Lery de Faria
  • 1995 – 1997 Lery de Faria
  • 1997 – 1999 Píndaro Guimarães Ferreira
  • 1999 – 2001 Rodrigo Otávio de Mattos
  • 2001 – 2003 Heraldo de Souza Bichara
  • 2003 – 2005 Antônio Mathias Filho
  • 2005 – 2007 Roney Reis Barbosa
  • 2007 – 2009 Heraldo de Souza Bichara
  • 2009 – 2011 Marcos Vinícius Andrade Honório
  • 2011 – 2013 Odyr Virgílio de Oliveira
  • 2013 – 2015 Luiz Alberto de Paiva
  • 2015 – 2017 Alexandre Soares Silva
  • 2017 – 2019 Oswaldo Luiz Cecilio Barbosa

Conheça a geleria de fotos de Ex-Veneráveis da nossa loja.

Não poderia deixar em homenagear os seguintes Veneráveis Mestres:

Lery de Faria - centenário

José Vicente da Silva – In Memoriam

Antônio Mathias Filho – In Memoriam

Rodrigo Otávio de Mattos – In Memoriam (este me inspirou nos estudos maçônicos) o Mestre dos Mestres da José Bonifácio.

Roney Reis Barbosa – nosso Orador e grande Mestre de CCer.’. do centenário

Heraldo de Souza Bichara – Juntamente com os veneráveis Irmãos Mathias e Rodrigo Otávio, trabalharam incansavelmente na reconstrução desse Augusto Templo.

Uma homenagem especial ao meu padrinho Roney Santos Filho, por ser o responsável como engenheiro ladeados pelo Veneráveis Mestres: Rodrigo Otávio de Mattos, Antônio Mathias Filho e Heraldo de Souza Bichara, que dedicaram do seu tempo, no Templo que estamos hoje comemorando essa efeméride. Com certeza esta Loja terá muito mais histórias para ser contada.

No dia 06 de novembro de 2004, em Sessão Magna Especial foi sagrado esse Templo através do Ato Nº6179, de 04\11\2004.

Aos irmãos da Loja Maçônica Mário Moacyr Salgueiro Nº 15, por nos ter cedido o seu Templo para que pudéssemos nos reunir, quando esse, encontrava-se no seu soerguimento nas gestões dos Veneráveis Mestres, Rodrigo Otávio de Mattos e Heraldo de Souza Bichara. Nossos eternos agradecimentos aos irmãos dessa co-irmã! Também não poderia deixar de agradecer a minha esposa Fátima, ao meu filho, afilhado e irmão, o Mestre Maçom Dr. Alex Barbosa (só a maçonaria pode proporcionar isso).

Ao irmão Walmir Francisco da Silva, presidente da Associação de Pestalozzi de Barra do Pirai, a Loja se sente muito honrada com esse contrato de comodato desde 07 de julho de 1997 – quando Venerável Mestre era o Ir.´. Píndaro Guimarães Ferreira, de um imóvel doado a Loja José Bonifácio, à rua Barbosa, 122 – Bairro Santo Cristo, onde hoje funciona a Unidade de Ensino Amanhecer e a Clínica Dr. Jacyr Antônio Abbud (representada aqui pela minha nora e cunhada Bruna Abbud Camerano, neta do Dr. Jacyr). Procurem visitar àquela Instituição para verificar o brilhantismo e eficácia de sua administração, e a Loja é representada por mim (Maridalto) e o irmão Orador Roney Reis Barbosa, como membros de sua diretoria.

Gostaria que ficassem de pé os irmãos Aprendizes: Dr. Leonardo Porto e o Engº Eletricista Alexandre de Oliveira, vocês são as Colunas Mestres da Maçonaria.

Meu muito obrigado pela paciência de todos!

Ven.’. Mestre, lhe devolvo o controle para dar continuidade a essa grande efeméride.

Oriente de Barra do Piraí, 23 de novembro de 2019 da E.’. V.’.

Fontes de pesquisas: Venerável Mestre do centenário Lery de Faria e Mestre Maçom Maridalto Barbosa

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